28 de novembro de 2011
Veja a matéria realizada por Daniel Barbosa para o Jornal O TEMPO (27/11/2011) sobre a transição do uso de mídias físicas para as plataformas digitais no mercado fonográfico. A equipe do Serrassônica fala sobre os seus hábitos de escuta e sobre os possíveis caminhos da Indústria fonográfica frente a popularização de suportes tecnológicos como os smartphones e as tablets e do formato streaming:
“Tenho consumido muita música em streaming e minha discoteca está toda digitalizada, já há algum tempo. Comecei a aderir à música online quando ia procurar discos legais meus nas prateleiras e eles tinham sumido, ou quando ia abrir a caixinha do CD e estava vazia”, diz. Antes da mudança, era frequentador assíduos de lojas de CDs como Urban Cave e Motor Music.
Já Patrícia e André ainda mantêm suas coleções de suportes físicos, mas já quase não as acessam. “Comprei muito CD nos anos 1980 e 90, mas a coleção fica lá, parada, como o retrato de uma época”, diz ele. “Também tenho meus vinis, gosto de escutar, tenho, sim, esse fetiche, mas é só para os momentos raros, quando estou de folga em casa”, faz coro Patrícia. ”
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http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=189002,OTE&IdCanal=4














